Mostrar mensagens com a etiqueta natal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta natal. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O Cristalino sente-se sozinho


O duende Cristalino vive num sapato, mas não é um sapato qualquer, é um sapatinho de cristal. Toda a gente tinha inveja dele pois a sua casa era muito preciosa. Fora-lhe dada pela Cinderela como prenda de Natal, mas ele nunca teve oportunidade de a agradecer ao Pai Natal.
Ele estava desejoso que o Natal voltasse para poder agradecer ao seu amigo. Mas…
- Pai Natal… Pai Natal! – disse a sua rena Rodolfa.
- Ainda falta uma carta e só faltam 1 hora e 30 minutos para começarmos as entregas!
Ele disse:
- De quem é a carta?
- É do duende Cristalino, ele quer de prenda poder agradecer-lhe pela prenda do ano passado.
- Eu lembro-me dele! Temos de nos despachar Rodolfa! Rápi…
O Pai Natal nem acabou a frase porque a Rodolfa era super aplicada e nunca perdia tempo, nem por uma palavra.
Eles lá foram e entregaram tudo a tempo, mas faltava ir ao sapatinho de cristal onde estava o Cristalino sozinho, sem ninguém.
- Olá! – disse o Pai Natal.
- Olá! – respondeu o duende.
- Então e a tua prenda é …
- Obrigada pela prenda.
- Não queres um brinquedo nem nada?
- Não, o que eu queria era um irmão para poder brincar, pois ninguém gosta de mim porque tenho esta casa especial.
- Deixa estar que eu amanhã venho aqui e trago o que pediste.
- Ok, tchau!
Quando o Pai Natal chegou a casa disse que tinham de ir à Duendolândia (o país dos duendes) e trazer um duende para o Cristalino.
O duende que trouxeram foi o Diamantino. Quando o Cristalino o viu, ficou tão contente que todos os anos agradece ao Pai Natal aquela prenda.

Mariana Barbas

sábado, 30 de novembro de 2013

O Carnaval no Pólo Norte


Era dia de Carnaval no Pólo Norte e era tradição os seus habitantes mascararem-se de uma “coisa” de que gostassem muito.
O Pai Natal ia mascarar-se da rena Rodolfo e a rena Rodolfo ia mascarar-se de Pai Natal.
Quando eles se viram um ao outro ficaram muito emocionados e todos os confundiam.
Davam à rena Rodolfo a lista de presentes que as crianças queriam e davam ao Pai Natal o trabalho de verificar se as coisas iriam correr bem.
Eles aprenderam que a vida um do outro era muito dificil e passaram a dar mais valor ao trabalho um do outro.
 
                                                                 Mafalda da Luz Martins