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terça-feira, 11 de março de 2014

A Gruta dos Diamantes

Era uma vez uma ilha que era habitada por duendes. A ilha chamava-se “A Ilha do Pote de Ouro”.
Na ilha era verão, estava lá muito calor, por isso eles foram para o Polo Norte, porque estavam fartos da seca. Até estavam quase a derreter!
A Florestina, que era a duende mais vaidosa, viu uma flor. Os seus amigos disseram-lhe para ter cuidado porque havia por perto um urso polar.
O urso agarrou a Florestina, e ela disse-lhe:
- Sr. Urso, por favor, solte-me, estou cheia de fome e quero ir para ao pé dos meus amigos.
O urso agarrou num cristal em forma de cone e pôs-lhe em cima uma bola de neve, mas a Florestina achava o gelado demasiado gelado.
Ele ouviu um barulho. Foi ver o que era e os duendes atiraram-lhe um balde de água gelada e ele ficou congelado.
A Florestina explicou tudo aos amigos e foram todos ajudar o urso.
Como o urso cuidou da Florestina deram-lhe um bocado do pote de ouro da sua ilha em troca da flor.
A flor fez parar a seca, porque era uma flor mágica.
Na ilha voltou a chover e todos ficaram muito felizes.


                                                                                                                     Mafalda Martins

sexta-feira, 7 de março de 2014

3, 2, 1 … CANTA!


 A Leonor gostava muito de cantar e de compor músicas, mas tinha medo de cantar em público. Ela tinha uma amiga, a Francisca, que trabalhava num bar e estava sempre a dizer à Leonor para confiar em si e cantar de uma vez.
Num dia quente, a Leonor decidiu ir ao concerto da sua banda favorita, as “ Sê quem és ”. A Leonor gostava dessa banda, porque quando ouvia as suas músicas ela sentia-se capaz de cantar até para milhões de pessoas. Foi comprar o bilhete e ficou à espera que o dia do concerto chegasse.
A Leonor e a Francisca foram comprar roupa para o concerto, pois iam as duas juntas. Compraram uma blusa dourada e uma saia às cores para a Leonor, uma blusa às cores e uma saia dourada para a Francisca, experimentaram-nas e ficavam lindíssimas com elas vestidas.
Chegou o dia do concerto e elas foram vestidas e arranjadas com as lindas roupas que tinham comprado.
As “Sê quem és” prepararam uma surpresa para uma pessoa da plateia:
- Olá malta, eu sou a Kiko!
-Eu sou a katy.
- E eu a Stephanie.
- Nós somos as “Sê quem és”! - disseram as três estrelas.
- Hoje temos uma surpresa para um de vocês! - continuou a Kiko.
- Na última canção vamos chamar uma pessoa da plateia para vir cantar a música principal da banda. Será que vais ser tu? - disse a Stephanie.
- Agora, vamos começar o nosso concerto. - disse a Katy.
As músicas foram passando e a Leonor e a Francisca continuavam a aplaudir, até que chegou o momento por que todos esperavam.
- Atenção, os holofotes vão andar pelo átrio e um deles vai parar e apontar para um de vocês… o escolhido vai subir ao palco e cantar connosco. - disse a Katy.
Os holofotes começaram a girar, até que um deles parou… e ele estava a apontar … para a Leonor! Ela ficou pasmada e não se mexia, mas a Francisca empurrou-a e ela lá foi ter com a banda para cantar com as “Sê quem és”.
     Cheia de medo pegou no microfone, teve coragem, fechou os olhos e esperou pela música. Quando a música começou e as três estrelas começaram a cantar:

Sê quem és
Não pares de cantar
Sê quem és
Não podes parar,
Não!
Sê quem és
Não podes fugir
Sê quem és
Tu vais conseguir!

Passada esta parte da canção, a Francisca até estava a rezar para que a Leonor cantasse e, ganhando coragem, a Leonor começou a cantar:

Tu vais conseguir
Não vais desistir
Não podes fugir! Yeah!
Sê quem és
Levanta os pés
Yeah!

     A música acabou e a Leonor sentia-se tão confiante que, a partir daí, passava o tempo todo a cantar e começou a ser quem ela era!
                                                                              Mariana Barbas

quinta-feira, 6 de março de 2014

O mundo da imaginação

Um dia, uma dupla de cantoras, que viajavam pelo mundo, veio pela primeira vez a Portalegre. O grupo chama-se «Estrelas». A cantora de caracóis chama-se Mariana B. e a outra, de cabelos loiros e lisos chama-se Carolina.
Num dia à tarde, elas imaginaram que existia o mundo da imaginação, que era, por exemplo, uma delas imaginar que havia carros para crianças e isso acontecer.
A Mariana B. imaginou pôr os pés em cima da mesa, porque elas são cantoras de 12 anos de idade e não podem. Então? Não estava a resultar. Então pôs mesmo os pés em cima da mesa… A Mariana não estava à espera de uma sra. chamada Leonor T. que disse:
- Oh, minha menina, vais tirar daí os pés de cima da mesa! Não é para sujares a mesa. Ai!!!
- Eu estou no mundo da imaginação. Ah! - exclamou a Mariana B.
De seguida, a Carolina estava no Centro Comercial e imaginou que a jóia mais bonita era só para ela.
De repente, apareceu uma sra. chamada Lina, que era professora. A professora deu-lhe a jóia mais bonita como presente.
Aquele mundo estava a ser divertido, conheceram novos amigos e até imaginaram que um grupo de fãs corria atrás delas. Isso aconteceu!!! O guarda-costas delas até foi pisado pela multidão de fãs.
As meninas tinham que acabar com a imaginação, porque tinham que treinar os passos para a música.
Assim era o mundo da imaginação!
                                                                                 Gabriela Brito

A casa assombrada


 Na Serra da Penha, em Portalegre, havia uma casa. Uma casa muito velha e abandonada, por isso dizia-se que estava assombrada.
  A alguns quilómetros de distância daquela casa, vivia uma família. Um dos irmãos chamava-se David e já tinha ouvido falar naquela casa e na sua velha lenda, mas não estava muito confiante de que isso fosse verdade. Então, um dia, convenceu a sua irmã Ana e o seu amigo Júlio para irem explorar aquela casa.    À noite vestiram os casacos (por causa do frio que fazia na serra), puseram as suas mochilas com algum equipamento, caso houvesse perigo, e partiram numa longa aventura…
   Quando lá chegaram começaram-se a ouvir barulhos: as portas chiavam, as janelas tremiam e ouvia-se água a cair dos canos. Foi um terror! Até que se começou a ouvir uma voz a dizer:
- Saiam já da minha casa, se não estarão amaldiçoados para o resto das vossas vidas!
E saltaram logo dali para fora. Mas antes de se irem embora pensaram bem:
- Os fantasmas não existem! Ou então, talvez a lenda da casa assombrada seja mesmo verdadeira.
Estavam na dúvida, por isso só havia uma coisa a fazer: explorar, mais uma vez, aquela casa.
Atreveram-se a entrar mais uma vez, mas agora havia um fantasma atrás deles...
Bem, afinal não havia fantasma nenhum! Era apenas um velho que gostava de assustar pessoas, vestido com uma manta branca. Esta era a pessoa que estava por trás disto tudo.
                                                                                   João Guilherme


                                                              

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

A expulsão


Num dia frio, a letra A disse à letra B :
- E se jogássemos um jogo?
- Boa ideia, vou avisar os outros! – disse o B.
Ele avisou o C, o D, o E, o F, o G, o H, o I, o J, o L … Quando o Z concordou, começaram a jogar ao “letra puxa palavra”. Primeiro as palavras com A:
- Abelha – disse o H.
- Árvore – disse o Z.
- Arbusto – disse o H.
- Arco – disse o I.
- Almoço – disse o H.
     Palavras com B:
- Barco – disse o T.
- Boi – disse o A.
- Burro – disse o H.
- Buraco – disse outra vez o H.
- … … …
O melhor a jogar este jogo era o H, pois ele sabia muitas coisas, mas o Z, o T e o U ficaram chateados, pois ambos queriam ganhar o jogo. Eles decidiram sair do alfabeto para nunca mais verem o H.
À noite, eles fugiram e deixaram um bilhete que dizia:
  Ao verem isto, as letras (tirando o H) juntaram-se. Depois de 30 minutos a conversar, eles tinham decidido expulsar o H do alfabeto e, assim que souberam disto, o Z, o U e o T voltaram todos contentes!
Agora, o alfabeto está incompleto e os meninos não o podem aprender assim!
Passado muito tempo, os melhores amigos do H: o G e o I; protestaram contra a expulsão do H. Passadas muitas horas a gritar, o presidente e o A, acabaram por concordar com eles e chamaram o H para voltar ao alfabeto.
E com isto as letras ficaram a aprender que não faz mal sermos o menos inteligente ou não, o que importa é sermos amigos!
 
                                                                Mariana Barbas

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Uma Aventura


Numa manhã de sol, a Laura e a Mariana iam para a escola.
Já a meio do caminho pressentiram que algo as seguia,olharam para trás e viram um passarinho azul.
E de repente o passarinho disse:
-Sigam-me e venham viver uma aventura!
Elas ficaram assustadas, pois nunca tinham ouvido um passarinho azul a falar.
Mas mesmo assim,curiosas como eram, seguiram o passarinho azul e, de repente, voaram para dentro de um portal mágico e foram parar ao mundo da fantasia.
Nesse mundo viram dragões, dinossauros, monstros, pássaros de duas cabeças, e muitas coisas estranhas e divertidas.
O passarinho azul guiou-as até à sua casa flutuante.
Como a casa era flutuante e elas não conseguiam subir, o passarinho azul teve uma ideia:
- Imaginem coisas bonitas e vão ver que chegam cá a cima.
As duas amigas deram as mãos e imaginaram coisas bonitas.
Quando deram por elas, estavam a beber chá e a comer bolinhos.
Elas as duas adoraram a visita, tinha sido muito divertida.
O passarinho guiou-as de volta ao portal e avisou-as:
- Se contarem isto a alguém vão invadir-nos, por isso tentem guardar segredo.
Elas nunca contaram a ninguém que tinham voado até outro mundo.
 
                                                               Mariana Dias

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O pincel mágico



Era uma vez um pincel mágico. Esse pincel adorava pincelar belas paisagens.
O pincel mágico era espantoso, pois tocava no papel e desenhava o pensamento de quem lhe pegava.
Num belo dia, a Margarida estava a pensar que se construísse um insuflável todos se podiam divertir a saltitar. Então começou a desenhar com o pincel mágico o insuflável e o parque. O pincel fez tudo perfeito. Ela deu o desenho à câmara municipal e eles fizeram o que ela tinha proposto e ficou um espectáculo.
Na semana seguinte a Joana e a Marta combinaram fazer um trabalho de grupo, mas precisavam do pincel mágico. Foram buscá-lo, pensaram no corpo humano (o trabalho delas) e … PUF!!! O pincel tinha feito um trabalho magnífico.
Um mês depois, o Miguel e o Ângelo,combinaram participar no concurso de “pinta o carro se não … “ e precisavam do pincel mágico. Levaram-no e conseguiram acabar o carro rapidamente e, com isso, conseguiram ganhar!
Um ano depois o pincel estava a ficar doente porque ninguém o usava para desenhar os pensamentos. Agora havia uma máquina que até pintava o arco-íris! Como a máquina era um espectáculo, o pincel não pintava nada.
Então ele decidiu ir-se embora, mas ouviu gritos dos seus amigos para que voltasse, pois a máquina tinha-se avariado… O pincel era o único que pintava tão bem quanto ela e era um óptimo amigo!

Mariana Barbas e Leonor Travassos

O Cristalino sente-se sozinho


O duende Cristalino vive num sapato, mas não é um sapato qualquer, é um sapatinho de cristal. Toda a gente tinha inveja dele pois a sua casa era muito preciosa. Fora-lhe dada pela Cinderela como prenda de Natal, mas ele nunca teve oportunidade de a agradecer ao Pai Natal.
Ele estava desejoso que o Natal voltasse para poder agradecer ao seu amigo. Mas…
- Pai Natal… Pai Natal! – disse a sua rena Rodolfa.
- Ainda falta uma carta e só faltam 1 hora e 30 minutos para começarmos as entregas!
Ele disse:
- De quem é a carta?
- É do duende Cristalino, ele quer de prenda poder agradecer-lhe pela prenda do ano passado.
- Eu lembro-me dele! Temos de nos despachar Rodolfa! Rápi…
O Pai Natal nem acabou a frase porque a Rodolfa era super aplicada e nunca perdia tempo, nem por uma palavra.
Eles lá foram e entregaram tudo a tempo, mas faltava ir ao sapatinho de cristal onde estava o Cristalino sozinho, sem ninguém.
- Olá! – disse o Pai Natal.
- Olá! – respondeu o duende.
- Então e a tua prenda é …
- Obrigada pela prenda.
- Não queres um brinquedo nem nada?
- Não, o que eu queria era um irmão para poder brincar, pois ninguém gosta de mim porque tenho esta casa especial.
- Deixa estar que eu amanhã venho aqui e trago o que pediste.
- Ok, tchau!
Quando o Pai Natal chegou a casa disse que tinham de ir à Duendolândia (o país dos duendes) e trazer um duende para o Cristalino.
O duende que trouxeram foi o Diamantino. Quando o Cristalino o viu, ficou tão contente que todos os anos agradece ao Pai Natal aquela prenda.

Mariana Barbas

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Um mistério por descobrir


Numa aldeia havia um menino chamado João, mas todos o tratavam por Joãozinho. Esse menino andava de um lado para o outro, ele rodava, girava, saltava, aventurava-se, pregava partidas e finalmente uma coisa boa que ele fazia era lavar a loiça.
O menino Joãozinho descobria muitos mistérios e um dia disse aos seus amigos:
- Há um mistério por descobrir!
- Lá estás tu com os mistérios. – disse a mãe dele.
- Desculpe Sra. Andrelina, mas acho que o seu filho tem razão. – disse a Mariana B..
- Ah! Então vamos ver se a Leonor T., a Carolina, o Gonçalo e o Guilherme concordam com a opinião de vocês os dois. Todos concordam? – perguntou a mãe.
- Ok, podes vir connosco, mas é só para teres a certeza que há outro mistério. – disse o João.
De repente, apareceu a irmã do João, que se chamava Ana Sofia, mas todos a tratavam por Ana ou Sofia. A Ana concordava com tudo o que o João dizia, por isso é que às vezes levava uns belos ralhetes em conjunto com o João.
- Olá meninos! – disse a Ana.
- Olá! – disseram todos, menos a mãe e o João porque já a tinham visto ao longo do dia.
- Vamos à procura do mistério? – perguntou a Leonor T., já muito aborrecida com toda aquela conversa. - Já agora, se vamos, toca a despachar.
Encontraram um labirinto de arbustos e todos ficaram tontos por dar muitas voltas ao labirinto.
A seguir encontraram um cão furioso… para poderem passar por ele, tinham que encontrar um osso, só que ele estava enterrado. Foi uma trabalheira encontrar o osso! O pior é que a Mariana B. caiu para um buraco, a Leonor T. foi parar dentro de uma poça de lama, a Carolina sujou-se toda de terra, o Gonçalo esbarrou contra uma árvore e o João contra uma parede, o Guilherme, feito tonto, trepou a uma árvore e, a seguir, caiu lá de cima. Por fim a Ana ficou cheia de baba do cão, porque ela ia fazer-lhe uma festinha e ele começou a lambê-la… porque ela lhe tinha dado o osso.
- Coitada de ti! – disse o João.
- Ah, ah, ah! Não teve piada nenhuma, vamos mas é continuar.
- Chegaram a uma grande gruta e estava lá um cão gigante. Ele só era mau porque ninguém lhe dava amor e carinho.
O cão começou a ladrar quando os viu a todos, mas a Ana foi a correr e subiu para cima do cão para lhe fazer festinhas. Quando estava em cima dele, levou com a cauda do cão.
Quando ela desceu de cima do cão, ele lambeu-a e, que coisa triste que aconteceu, o cão sem querer meteu a Ana dentro da boca… mas assim que ele a sentiu, deitou-a logo para fora da boca.  
Assim eles conseguiram passar essa fase… mas quando chegaram ao fim da gruta, viram muitos diamantes. Já sem obstáculos, o grupo apanhou uma grande quantidade de diamantes e resolveram levá-los para a aldeia onde viviam… mas eram tão pesados! E eis que o seu novo amigo cão gigante resolveu ajudá-los: no seu dorso colocaram os diamantes e lá foram todos…
Deste modo todos na aldeia ficaram felizes.
Foi assim um final recompensador por todo o trabalho e esforço deles. 

                                                                               Gabriela Brito

domingo, 1 de dezembro de 2013

A aventura das duas renas


Era uma vez duas renas chamadas Tita e Nina. A Tita gostava de utilizar roupas radicais e a Nina roupas fashions.
 Um dia foram até à praia. Era um dia de muito frio, pois elas só gostavam de andar a passear quando estava mau tempo.
As duas estavam ao pé de uma falésia quando uma rocha grande caiu atrás delas. Elas olharam para trás e viram uma gruta.
A Tita perguntou:
- Será que esta gruta tem um tesouro? Vamos ter uma aventura! Boa!
- Vamos entrar. - disse  a Nina.
- Uh! Hoje deu-te na cabeça que tens que ficar corajosa? Eu quero que a partir de hoje comeces a ser corajosa… - disse a  Tita  com  um   ar  de  gozo.
- Ah, ah, ah! - suspirou  a  Nina.
- Vamos entrar, ou não? - perguntou a Tita.
- Claro que sim! - disse a Nina.
Quando elas entraram, encontraram no chão o mapa da gruta.
Começaram por tentar passar o labirinto. Só no fim de duas horas e meia é que perceberam como se atravessava o labirinto.
A Nina disse:
- Até fiquei tonta de tantas voltas que demos, para tentar encontrar a saída do labirinto.
- Tu és tão exagerada! Nós somos gémeas, somos iguais fisicamente, mas no feitio somos completamente diferentes! - disse a Tita com um olhar esquisito.
De repente, a Nina pára, olha atentamente para o mapa e exclama:
- Que ogre tão feio que está aqui representado!
- Para mim é bonito! - disse a Tita a gozar com a Nina.
- Tu achas esta criatura bonita? Tu dizes com cada disparate e para além do mais tens uns gostos de arrepiar.
- Pára com os exageros. Estava só a gozar contigo! - disse a Tita a rir muito.
- Eu acho que para o ogre ficar bonito tinha de ir tomar banho, secar o cabelo, pentear-se… como é um ogre mulher, pôr jóias, roupas fashions, uns óculos de sol e um acessório no cabelo… já me ia esquecendo, também uns sapatos de salto alto. -disse a Nina feita exagerada, como de costume.
A Tita disse:
- Ai que horror! Eu tinha mesmo razão, tu exageras muito. Não precisa de pôr isso tudo, só precisa de pôr uma roupa normal com um calçado normal, desde que a roupa esteja sem buracos.
- Pronto, pronto, fazemos a tua ideia. Olha só Tita, aqui no mapa diz que quando chegarmos à parte do ogre temos que fazer amizade com ele.
- O quê? Temos que fazer amizade com essa ogre? - perguntou a Nina.
- Sim, tens que ser bondosa para com as pessoas. - disse a Tita.
- Ok, ok, eu vou tentar. Vamos acordá-la. - disse a Nina.
- Olá, acorda! Como é que te chamas? -perguntou a Tita.
- Eu chamo-me Albertina. - disse a ogre.
- Há uma música com o teu nome… Maria Albertina… - cantou a Nina.
- Pára com isso, sabes que eu não gosto de fado. Olha Albertina, nós as duas queremos ser tuas amigas. Queres ser nossa amiga? – perguntou a Tita.
- Sim, eu quero se vossa amiga!
- Boa! Olha Tita, aqui no mapa diz que o tesouro é fazer novas e boas amizades!
E assim acabou a história com um belo final: bela amizade.

                                                                                                   Gabriela Brito

sábado, 30 de novembro de 2013

O Carnaval no Pólo Norte


Era dia de Carnaval no Pólo Norte e era tradição os seus habitantes mascararem-se de uma “coisa” de que gostassem muito.
O Pai Natal ia mascarar-se da rena Rodolfo e a rena Rodolfo ia mascarar-se de Pai Natal.
Quando eles se viram um ao outro ficaram muito emocionados e todos os confundiam.
Davam à rena Rodolfo a lista de presentes que as crianças queriam e davam ao Pai Natal o trabalho de verificar se as coisas iriam correr bem.
Eles aprenderam que a vida um do outro era muito dificil e passaram a dar mais valor ao trabalho um do outro.
 
                                                                 Mafalda da Luz Martins   

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Quando eu era uma árvore


Quando eu era uma árvore vivia num belo jardim. Em redor havia outras árvores e eu ficava no canto mais sossegado do jardim porque ninguém se interessava por mim. Assim ninguém chegava perto de mim, logo estava sempre em paz e sossego no meu lugar.
Nas outras árvores as crianças brincavam, baloiçavam nos ramos, … Já eu, sentia-me só.
Um dia apareceu um rapaz que se sentou à minha sombra a desenhar o jardim e eu disse-lhe:
- Que estás aqui a fazer?
O rapaz disse:
- Eu vim aqui fazer um desenho do jardim. Gosto de estar aqui porque não há agitação, mas sim paz e sossego.
Naquele dia senti que finalmente tinha feito uma amizade...

                                                                                      João Bicho

 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Borboletas…


 Era uma vez, num dia de primavera, duas meninas a conversar:
-Olha Lina, tantas flores!
-Pois é! E já reparaste nas cores daquela borboleta?
-Depressa, Ana! Ela está a fugir! Vamos atrás dela!
-Eu acho que é melhor ficarmos aqui, Lina!
-Não vamos demorar, agora despacha-te, quero ver para onde vai!
-Cuidado!!!
-Obrigada Ana, ia caindo!
-Corre, corre, corre Ana!
-OH, fugiu, agora vamos voltar.
-Não. Vamos esperar, talvez ela volte!
-Olha, ela está a ir para aquela árvore Ana. Depressa, vamos!!!
-Nós não chegamos lá, Lina!
-Oh! Que pena! Queria tanto ver mais de perto aquela borboleta!
-Não fiques triste Lina! Vamos lanchar e observar a natureza juntas!!!! 

                                           Leonor Travassos

Só fazes disparates!


Numa cidade espacial, numa manhã de inverno, estava a bruxa malvada a preparar-se para partir com o gato assustado e o sapo falador numa viagem à Terra.
Eles iam lá para visitar a prima da bruxa malvada. Não estavam com muita vontade de ir, porque a bruxa endiabrada, a sua inimiga também lá ia estar. A bruxa endiabrada estava sempre a estragar tudo, não parava de fazer disparates e sempre que a bruxa malvada levava a sua mala com as poções mágicas, a endiabrada estragava as poções. A bruxa malvada também achava que quando a endiabrada se ria de um disparate o dia ficava mais feio.
O gato, o sapo e a bruxa demoraram três dias a chegar à Terra.
Quando chegaram, a bruxa endiabrada estava debaixo de água a explorar um barco naufragado. Claro que a bruxa malvada também quis explorar o navio, mas não era com a bruxa endiabrada, era com o sapo falador e com o gato assustado.
-Vai-te embora, endiabrada! Não te queremos aqui!
-Calma, desta vez não vou fazer disparates!
A bruxa malvada disse que ao primeiro disparate a bruxa endiabrada se ia embora.
Num abrir e fechar de olhos o barco ficou virado ao contrário.
-Abracadabra! Vai para a rua ou então para a Lua!
A bruxa endiabrada foi mesmo para a Lua! Passados quatro dias a explorar o barco naufragado e todos os tesouros dos piratas, a malvada começou a ficar com saudades dos disparates da endiabrada.
-Abracadabra! Vais voltar antes que eu te vá enfeitiçar!
A endiabrada apareceu e disse que em vez de serem inimigas podiam ser amigas!
- Concordo bruxa endiabrada, mas por favor tenta não fazer disparates!
-Ok, agora vamos sair deste barco naufragado e vamos viver juntas na Lua!
Elas tornaram-se amigas e foram despedir-se da Kely, a prima da bruxa malvada!
O gato assustado, o sapo falador e as bruxas fizeram uma bela e longa viagem até à Lua!
 
                                                                              Leonor Travassos

domingo, 3 de novembro de 2013

O acontecimento grave


Há muitos, muitos anos, numa praia abandonada, estava uma bruxa chamada Titi. Ela era jovem e bonita.
A bruxa andava a caminhar pela praia cheia de pedras,…era uma praia muito suja. A Titi parou para descansar… e foi quando viu uma luz luminosa ao pé das rochas.
Quando chegou ao pé das rochas viu uma grande e bonita nave espacial. A Titi entrou dentro da nave espacial…
Na noite das bruxas, que era nesse dia, quando a Titi entrou na nave espacial descobriu que as bruxas de outro planeta iam sempre àquela praia, chamada a Praia das  Bruxas. Elas levavam a nave espacial.
A Titi tinha levado os seus dois amigos: o gato assustado e o sapo falador.
A Titi ouviu o sapo atentamente, porque ele estava a dizer pelo qual a praia se chamava a Praia das Bruxas.
A Titi disse:
- Já entendi! A praia chama-se a Praia das Bruxas, porque elas vêm sempre cá na noite das bruxas.
- Elas foram dar uma volta pela cidade! Nós temos que descobrir mais coisas! - disse o gato.
O gato assustado assustou-se, porque ouviu uma voz. Era um humano invisível. Era o pior inimigo da bruxa Titi.
- Sempre foram rivais?- disse o sapo falador.
- Sim, sempre fomos rivais! Ele sempre me quis estragar os planos. Ele é muito malvado! - disse a Titi.
O gato assustado subiu para cima de um móvel. A Titi ouviu um:
- Muaaah!
O som vinha de perto do gato assustado.
A Titi agarrou no gato e no sapo falador e fez um feitiço:
- Perlimpimpim!
O gato assustado, o sapo falador e a Titi foram parar à lua. A Titi não queria ir parar à lua… Ela apenas mexeu mal a sua varinha.
Os três desataram a chorar,… choraram tanto, que formaram uma lagoa. A Titi lembrou-se que tinha levado o telemóvel e foi parar de novo à terra, porque o humano invisível fez um feitiço.
A partir desse dia ficaram amigos. 

Gabriela Brito

Ah, Pois é !!!


Num quarto encarnado estava uma menina no facebook, chamada Lina Sebastião, que era maria-rapaz e estava sempre a dizer: “Ah, pois é!“ e  ninguém sabia porque…mas o seu segredo foi revelado…
No dia vinte e quatro de setembro… estava a Lina a passear, quando viu o João e a Mafalda a jogar ao berlinde, pediu para jogar e eles deixaram. Passado um tempo a Lina ganhou e começou “ Ah, pois é!” e foi-se embora. Mas o João e a Mafalda seguiram-na.
A Lina encontrou a Leonor e a Gabi a saltar à corda e perguntou-lhes se podia saltar com elas. Elas disseram que sim. Quando ela ganhou o “concurso de saltos” começou logo “ Ah, pois é!” e foi-se embora. A Leonor e a Gabi seguiram-na e encontraram o João e a Mafalda… chegaram à conclusão que a Lina só dizia “ Ah, pois é!” porque ela só queria ganhar. Quando ganhava só queria saber de si e da sua vitória.
Então, eles os quatro, foram falar com a Lina e explicaram tudo, pois ela também não sabia e queria saber por que estava sempre a dizer aquilo. Quando soube ficou mais descansada e nunca mais disse aquela expressão.
E agora …“ Ah, pois é!”, acabou a história.

                                                          Mariana Barbas