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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

A viagem ao corpo humano


Era uma vez uma menina chamada Isabel, andava no 4º ano e estava na sala a ouvir o anúncio que a professora estava a fazer. A professora comunicou que iriam ter um teste no dia seguinte, de Estudo do Meio, sobre os ossos e os músculos.
A Isabel estava muito ansiosa para que chegasse o dia do teste. Ela estudou tanto, mas tanto, que só se deitou às 22h.
Quando se foi deitar disse à mãe que queria tirar boa nota.
Adormeceu e teve um sonho com o corpo humano. Teve um sonho em que estava num submarino a observar os ossos. Ela viu o crânio e disse:
- O crânio é um osso irregular, a clavícula é um osso chato ou plano.
Chegou ao sítio onde estavam os ossos da mão.
A Isabel disse:
- Como as falanges são tão magras… na ponta das falanges parece que são picos.
Foi até ao pé das falanges e tocou no piquinho, na ponta do dedo como dizia.
- Ah! – exclamou ela - Isto dói muito! Fui tão tonta em querer tocar ali. Vou mas é continuar a viagem.
Quando chegou ao pé do fémur disse:
- Como é longo esse osso! Gostava de ser deste tamanho para nunca mais me baterem. Oh! Não, é melhor não querer ser assim. Assim pareceria um gingante e eu não quero ser um! Vamos para mais um andar. É só uma expressão…
Chegou à parte dos músculos. Uau!!! Como os músculos eram grossos. Estava na parte da barriga da perna e disse:
- Este músculo chama-se gémeo e aquele ali em cima é o reto femoral. Na parte da barriga estão os abdominais, ali no braço está o bícep e ali no lugar da maminha está o pequeno peitoral e ainda o grande peitoral. Ali está o trapézio e mais ou menos acima está um músculo com um nome estranho que a professora disse que não era obrigatório saber.
- Filha acorda! - dizia mãe - Vais  chegar  atrasada  ao  teste  se  não  acordares  agora.
- Mãe, tive um sonho fantástico!
Quando a Isabel saiu da escola disse que tinha tido muito bom.

Gabriela Brito

O esqueleto doente


Era uma vez um esqueleto chamado Doentioze.
O Doentioze tinha esse nome porque estava sempre doente. A cada médico que o Doentioze ia todos diziam:
- Nós não sabemos que doença é esta!
Um dia, quando o Doentioze foi a um médico, em “Esqueletioze, finalmente houve um que disse:
- Nós já sabemos o que ele tem! Ele tem a doença dos ossos baralhados. Por exemplo, ele tem o ilíaco no sítio do perónio, a tíbia no sítio das vértebras e o úmero no sítio do fémur.
O Doentioze esteve uns dias a tomar medicação, mas como a medicação não resultou teve de fazer uma operação.
Passado um mês ele estava como os outros esqueletos.
Como ele estava normal começaram-lhe a chamar Simão, pois ele gostava muito da cor do salmão e Simão rimava com salmão.
O Simão fez muitos, mas muitos amigos na sua escola chamada a “Escola dos Esqueletos”.
Ele foi e sempre será um bom aluno a Estudo do Meio, na matéria dos ossos, pois teve aquela doença dos ossos baralhados...  
Rita Vaz

domingo, 13 de outubro de 2013

Os ossos que discutem

O crânio começou a pensar: o fémur anda muito doente e agora sempre que espirra o esqueleto treme todo.
Passado uma semana o crânio teve uma ideia e anunciou-a:
          - Muito bem, ossos, quem quer ficar no lugar do fémur?
          De imediato o ilíaco respondeu:
          - Quero eu, quero eu!
          Mas o crânio disse que ele não cabia, era demasiado pequeno e largo.
          Passado uma hora já todos os ossos tinham falado, só faltava o fémur.
         Com aquela discussão toda para ver quem ficava no lugar do osso (fémur), ele ficou melhor. A constipação tinha abalado.
          Mas ao saber que o fémur tinha recuperado, todos os ossos anunciaram em coro:
          - Quem devia estar no lugar dele era eu!
         A partir daí todos começaram a discutir.
         Passado mais uma hora o crânio disse que eles eram todos importantes e nenhum podia sair do seu lugar, se não o esqueleto ficava todo trocado.
         Então, a partir daí, os ossos perceberam que eram todos importantes e nunca mais discutiram.
 
                                   Maria Carolina Castanho

O esqueleto sortudo

      Era uma vez um esqueleto mágico que adorava dançar o tempo todo.
      Ele não vivia na Terra mas sim no espaço, num planeta que se chamava Escléti Vil. Ele era o único naquele planeta que dançava.
      Ninguém gostava dele, nem os seus pais, só se interessavam pelo seu irmão, que estava sempre a troçar dele, nunca se calava!
      O esqueleto dizia que ser queixinhas era o dom do seu irmão.
      Uns dias mais tarde, chegou uma tempestade, ele ficou muito assustado e fugiu de casa a correr, com tanta pressa que até ultrapassava o vento!
      A meio do caminho começou a perder (soltar) os ossos, primeiro o rádio, depois o cúbito e 1 minuto depois só restava a cabeça.
      O esqueleto teve de se apressar porque a tempestade estava mesmo atrás de si.
      A tempestade conseguiu levar o esqueleto. Durou quase 3 dias! E lá andava o esqueleto a rodar, a rodar...
      Ao fim de 5 dias o esqueleto acordou e viu que estava num beco sem saída. Nisto, reparou num esqueleto lá ao fundo.
      O outro esqueleto ajudou-o a montar os ossos. Ficaram amigos e viveram mais aventuras juntos e, pelo que parece, o seu amigo também adora dançar.

                                                                                               Mariana Dias

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Um sonho realmente real


Eram oito horas da noite, quando a Maria Ensonada se foi deitar. Deitou-se e adormeceu, pois era muito dorminhoca, tal como dizia o seu nome.
No meio do sono, a Maria teve um sonho realmente real! Nesse sonho, ela viu um esqueleto que lhe disse:
- Olá, eu sou o esqueleto Ossinhos, anda ter uma aventura realmente real!
Quando saíram, a Maria e o Ossinhos entraram num carro feito de ossos e foram dar a «MONSTER WORLD»! Era uma escola só de monstros assustadores, como o Olho Olhão, a Espanta Espiritos, o Polvo Verde e muitos mais!
A Maria assustou-se, mas passado um tempo integrou-se. Passeou com o Ossinhos e divertiu-se imenso com os seus novos amigos.
            Todas as noites, a Maria Ensonada viajava até «Monster World» e todas as manhãs contava a sua mãe, Violeta Alegreta, as suas viagens emocionantes e fantásticas mas, como é óbvio, a mãe não acreditava.
- É verdade mãe! - disse a Maria.
- Eu sei querida, não é preciso ficares chateada - respondeu a mãe.
Um dia, quando foi para a escola monstruosa, viu uma nova aluna. Era filha de um vampiro, tinha cabelo preto com madeixas vermelhas e ondulado, com um gancho com uma gárgula.
A Maria viu-a e foi a correr ao pé dela para fazer mais uma amiga. Para sua surpresa, a Dentes Afiados (a vampira) sacudiu-a, pois era muito tímida e não gostava que se chegassem ao pé dela.
- Desculpa se te assustei. – disse a Maria - Eu não queria. Chamo-me Maria Ensonada, pois gosto muito de dormir. Ahhh! E não sou cá!
A Dentes Afiados riu-se e percebeu que tinha uma amiga ao lado.
- Olá, eu sou a Dentes Afiados, mas gosto que me tratem por Dentinhos - respondeu ela.
  -Ok! Vamos dar uma volta!
E elas lá foram.
A Maria tinha feito novos amigos e amigas, encontrou uma amiga tímida e ficou super contente mas… o sonho acabou, a Maria acordou, saiu de “Monster World” e foi para a escola. Ela contou à mãe o seu sonho e disse:

  - Foi o meu “Monstrossonho” mais real, realmente sonhado! 

Mariana Rainho  Barbas
 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A nova escola do Esqueleto

           Era uma vez um esqueleto. Ele,todos os dias (menos aos sábados e domingos), pelas 9h, ia à Escola dos Esqueletos.
           O esqueleto chamava-se Jeebie Foote. Um dia a professora dos esqueletos disse que iam aprender os ossos.
           A professora disse:
          - Vamos começar com os ossos da nossa cabeça. O crânio tem vários ossos: o temporal, o frontal, o parietal e o occipital. A coluna vertebral tem mais de 26 ossos… e o resto damos amanhã.
          A Jeebie Foote tinha muita curiosidade em saber o nome de outros ossos, por isso foi perguntar aos pais.
          Quando o esqueleto chegou a casa, antes de abrir a boca, os pais disseram-lhe que tinha de mudar de escola. Ia para uma que não era só de esqueletos. A escola chamava-se “Monster High”.
          No seu primeiro dia, conheceu umas raparigas e ficou amiga delas. Uma delas era uma vampira chamada “Draculaura” e, a outra, uma lobi-mulher, chamada “Clawdeen Wolf”.
          O esqueleto conheceu muitas mais raparigas: a “Venus Mcflytrap”, a “Rochelle Goyle”, a “Rebecca Steam”, a “Frankie Stein”… e também alguns rapazes.
           Ele aprendeu o nome de todos os ossos e fez novos amigos.
Texto de Mafalda da Luz Martins